quinta-feira, 17 de janeiro de 2008

"Um piquenique naquele relvado entre a lindíssima estufa e o lago, um cenário romântico como em Lisboa há poucos"


Recebemos a seguinte mensagem de um amigo que trabalha em Odemira:

"Olá. É curioso que há uns anos estudei a Tapada das Necessidades, num trabalho da cadeira de Ecologia, dada na altura, pelo prof. Fernando Catarino, que é um grande entusiasta deste espaço verde. Caso não o conheçam, ele talvez ainda seja o director do Jardim Botânico da UL. Da leitura do mail fiquei com a impressão de que o acesso do público à Tapada está condicionado, ao contrário do que acontecia na altura em que fiz o dito trabalho. Estava inclusivamente a pensar fazer lá um piquenique este Domingo, com uma amiga que já não encontro há muito tempo, naquele relvado entre a lindíssima estufa e o lago - estilo paisagista inglês -... um cenário romântico como em lisboa há poucos. Quer dizer que vou ter de ir para a Gulbenkian, é isso?!Agradeço que me vão reencaminhando as actividades deste GATNecessidades, para o caso de coincidir com uma das minhas visitas a Lx, pois partilho muitas das vossas preocupações. Um abraço Duarte Sobral."

Esclarecendo este cidadão interessado, que nos pediu para ser considerado Amigo da Tapada das Necessidades, enviámos a seguinte mensagem:
"Continuamos a poder entrar lá, amigo! Ninguém impede! Mas tem havido indícios de quererem (O Ministério dos Negócios Estrangeiros) condicionar, impedir em dias e horas até ao impedimento final.
O presidente da Junta dos Prazeres (autarquia que há 20 anos conseguiu que o espaço fosse aberto ao público) recebeu um ultimato da secretaria geral do Tesouro e Finanças para entregar as chaves da portaria, dias depois da Câmara ter votado por unanimidade uma proposta no sentido de uma gestão eficaz e concertada entre os diversos organismos que superintendem na Tapada... E bom piquenique!"

E você, conhece a Tapada das Necessidades?
Fotografia: Rosário Fernandes; Coord: LFM

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